Hidrogeologia
hidrogeologia
Caracterização
v2
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O que faz
A água subterrânea da área de estudo, sobre qualquer vetor escolhido na zona "Onde": o sistema aquífero mapeado sob o local, com o litotipo principal e a classe da rocha que o levantamento atribui à unidade. Por Área, a unidade é lida no ponto representativo interno do polígono (o levantamento é consultado por ponto, não proporcionado dentro da área); por Linha, a faixa (buffer com a largura que você informar) recebe o mesmo tratamento; por Ponto, é a ficha daquele local. A fonte é o levantamento de Unidades Hidrogeológicas do IMASUL/PIN-MS (SISLA-GRH).
Quando usar no licenciamento
Caracterização do meio físico quando o TR pede hidrogeologia, sistema aquífero, água subterrânea ou contexto hidrogeológico — e como enquadramento regional antes de locar poço, pedir outorga ou avaliar vulnerabilidade do aquífero à contaminação. Sai da mesma consulta de Pedologia, Geologia e Geomorfologia: marcar os quatro é uma consulta só. Para cursos e bacias de SUPERFÍCIE use Hidrografia; para vazões de referência e outorga, Hidrologia — Outorgas e vazões.
Entradas
um vetor da Área de estudo — Área, Linha (com largura da faixa) ou Ponto.
Método
Melhor esforço: consulta que não se completa vira aviso, nunca erro. O laudo reproduz como FATO o que a feição publica (sistema aquífero, litotipo principal, classe da rocha) e NÃO deriva o tipo de porosidade a partir da classe da rocha — a regra usual (sedimentar ⇒ granular, ígnea/metamórfica ⇒ fissural) erraria num caso real desta mesma camada, o Sistema Aquífero Pré-cambriano Calcários, que é cárstico. Cada item cita fonte e data da consulta.
Sem norma numerada citada: método público (fórmula de engenharia consagrada) ou etapa definida inteiramente pelo responsável técnico — o Iansã organiza e calcula, sem fabricar coeficiente.
Produtos gerados
ficha (PDF), tabela (XLSX, também em CSV) e memória de cálculo (PDF).
O documento principal desta ferramenta sai em par: o PDF para arquivar e o DOCX editável ao lado, com o mesmo conteúdo — é nele que você ajusta a redação e completa o que só o responsável técnico sabe, antes de protocolar. O caderno do grupo segue a mesma regra: Caracterização Ambiental.pdf e Caracterização Ambiental.docx, lado a lado na pasta da análise.
A ficha entra no capítulo de Hidrogeologia do caderno "Caracterização Ambiental.pdf"; os vetores de Área do projeto entram automaticamente.
Limitações e avisos
O levantamento é ESTADUAL e cobre Mato Grosso do Sul: fora do estado o Iansã não consulta fonte hidrogeológica nenhuma, e o laudo sai sem unidade — o que nunca significa que não exista aquífero sob a área. A fonte não publica escala nem data deste mapeamento (camada sem ano no nome, sem descrição e sem escala declarada), e o laudo não atribui nenhuma das duas. E o mapeamento delimita a unidade e para aí: não informa a profundidade do nível d'água, a espessura saturada, a vazão que um poço produziria nem a qualidade da água — essas quatro grandezas exigem estudo hidrogeológico local, com sondagem e dados de poço.
Vale sempre o princípio geral do Iansã: "sem dado" é resultado válido — nada é preenchido em silêncio; todo produto é triagem técnica e não substitui laudo de especialista nem a manifestação do órgão licenciador quando exigida.